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Quem tem cidadania americana e imagina que apenas esse privilégio basta para embarcar livremente para os Estados Unidos, está enganado. A partir de 12 de janeiro de 2009, será preciso também possuir um número de aprovação do Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem (ESTA), fornecida pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS). Márcio Galvão, diretor da WS Vistos, empresa que desde 2004 atende agências de viagens, empresas, operadoras de intercâmbio e pessoas físicas de todo o Brasil, explica que o ESTA é um sistema on-line completamente automático. “Esse programa foi criado para inspeção de passageiros antes que eles iniciem a viagem. O “ESTA” está disponível na internet deste 1° de agosto de 2008 pelo site https://esta.cbp.dhs.gov. Basta preencher o formulário em inglês e responder algumas perguntas biográficas básicas e sobre qualificações normalmente exigidas”, explica. O pedido pode ser realizado a qualquer momento antes da viagem, mas o DHS recomenda que sejam feitas no mínimo 72 horas de antecedência. “Por ser um programa novo, recomenda-se fazer a solicitação com antecedência para evitar atrasos na viagem”, aconselha o diretor da WS Vistos. A “ESTA” aprovada é válida, a não ser que seja revogada, por dois anos ou até que o passaporte do viajante expire, o que ocorrer primeiro. A autorização é válida para várias entradas. À medida que as futuras viagens forem planejadas, ou se os endereços de destino ou os itinerários do solicitante forem alterados após a autorização ter sido aprovada, essas informações poderão ser facilmente atualizadas via on-line. Porém, Márcio reforça que só o ESTA não garante a entrada nos Estados Unidos. “A autorização apenas permite ao viajante embarcar em um meio de transporte rumo ao país, nos termos do Programa de Isenção de Visto. Os inspetores da Alfândega e Proteção de Fronteiras do ponto de desembarque determinam se o viajante será admitido nos EUA”. Os países que precisam solicitar o número de aprovação e autorização são Alemanha, Andorra, Austrália, Áustria, Bélgica, Brunei, Cingapura, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Liechtenstein, Luxemburgo, Mônaco, Noruega, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido, San Marino, Suécia e Suiça. Sem dupla cidadania Quem não possui a cidadania, ter a “chancela” para a entrada nos Estados Unidos requer, no mínimo, dois meses de antecedência e muita paciência. “Se o postulante resolver requerer o pedido por conta própria, precisa se preparar para uma longa romaria, entrevistas, preenchimentos de formulários intermináveis e o pior, correr o risco de não conseguir”, recorda Márcio. Hoje, devido à grande procura para obter o visto de turismo especificamente para os EUA, recomenda-se um período de antecedência de 90 dias à data prevista da viagem para agendar uma entrevista no Consulado Americano que existente apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife. A documentação básica para se obter um visto são as que comprovam fundos para viagem, vínculos com o país de origem, formulários devidamente preenchidos e assinados e o passaporte com validade mínima de seis meses. Cada consulado solicita certo tipo de documentação específica. “A grande diferença entre participar de todo esse processo sozinho ou contar com o apoio de uma empresa especializada é a confiança de ter o trabalho efetuado de forma correta. Com a ajuda certa, a parte burocrática de documentação dos vistos em geral, segurança do correto preenchimento de formulários, conferências, recomendações sobre as documentações necessárias e orientações em geral, garantem mais segurança e a tranqüilidade para a requisição do visto”, ressalta Galvão. Contratar uma empresa que presta assessoria pode minimizar as chances de um visto negado. “Cada vez o processo de solicitação de visto se torna mais burocrático e cada detalhe pode fazer a diferença na concessão. É mais rentável contratar uma assessoria e ter um pedido de visto concedido com mais facilidade do que tentar por conta própria e não obter sucesso, tendo gastos extras geralmente não programados.
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